O amor é uma viagem cheia de curvas emocionantes, de atalhos inesperados e de paisagens deslumbrantes, mas também tem alguns buracos pelo caminho! Do dia em que sente uma paixão avassaladora ao dia em que sente... que pode vestir aquele pijama velhinho e confortável, o amor muda ao longo do tempo. E se continuar a ler, vai conhecer os encantos de cada fase!
1. A paixão
No início, parece um filme romântico, não é verdade? Há atração física, gargalhadas fáceis e uma vontade incrível de passar horas a fio a falar. Cada toque é eletrizante, cada encontro parece um evento imperdível e até os tiques mais estranhos do outro são "adoráveis".
Mas sejamos honestos... essa intensidade não dura para sempre! E ainda bem porque senão passava a vida com insónias e sem conseguir comer com o nervoso miudinho. Portanto, a dica é aproveitar esta fase ao máximo, sabendo que é apenas o início de algo ainda mais especial.
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2. A exploração
Depois do choque elétrico inicial, chega o momento em que começa a conhecer melhor a outra pessoa. Nesta fase, as conversas tornam-se mais profundas e descobre sonhos, medos e valores. Por isso, é uma boa altura para tentar perceber se são realmente compatíveis, ou seja, se têm pontos em comum e se conseguem lidar com as diferenças. Descobrir que têm um gosto musical semelhante, pode ser uma festa (literalmente), ao passo que descobrir que a outra pessoa adora maratonas de filmes enquanto você prefere caminhadas, pode ser mais complicado... O importante é saber ouvir, respeitar e, acima de tudo, aceitar que ninguém é perfeito.
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3. A transição
Depois do período da exploração, o romance entra numa fase mais estável. O conforto substitui a ansiedade, e a segurança toma o lugar da insegurança.
Nem melhor nem pior, esta fase apenas prova que o amor muda ao longo do tempo e que agora é capaz de começar a reparar em coisas irritantes que a outra pessoa faz: como deixar o cabelo no ralo da banheira ou fazer barulho a mastigar. Por isso, é nesta altura que se distingue o trigo do joio, ou seja, o amor verdadeiro da paixoneta. No primeiro caso, escolhe ficar com a outra pessoa, mesmo sem a paixão desenfreada do início da relação. No segundo caso, termina o namoro e vai à sua vida.
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4. A adaptação
Agora que já se conhecem bem, a relação entra numa fase de cumplicidade: aprendem a negociar pequenas discordâncias e a encontrar um ritmo próprio. É o momento em que decide se a relação tem força para se tornar em algo sólido e duradouro.
É claro que já não sente borboletas no estômago a cada mensagem recebida, mas há um sentimento de segurança de saber que aquela pessoa está lá, não por obrigação, mas por escolha. No entanto, esta fase também tem desafios - que vão da gestão do tempo à partilha de responsabilidades - porque dividir uma vida não é tão simples como dividir uma pizza. A solução passa por uma boa comunicação (e às vezes uma boa dose de pequenas discussões) para conseguir manter o humor, a paciência e, principalmente, conseguir lembrar-se porque é que escolheu essa pessoa em primeiro lugar.
5. A construção
Agora tem uma relação sólida? Isso prova que o amor muda ao longo do tempo e que entrou na fase da parceria. Por outras palavras, cada um apoia o outro nos dias bons e nos dias maus, celebram as conquistas conjuntas e individuais com o mesmo júbilo e até partilham silêncios confortáveis sem sentir pressão para impressionar.
Nesta fase pode encomendar uma pizza e ficar em casa a ver uma série. É quase tão romântico quanto um jantar à luz de velas. E sejamos realistas... rir das mesmas piadas sem graça durante anos, é uma das formas mais puras de amor.
6. O equilíbrio
E porque o amor muda ao longo do tempo, nesta etapa do equilíbrio já aprendeu uma lição importante: não precisa de estar sempre colado à outra pessoa. Pode ter hobbies, pode sair com os amigos, fazer um passeio de bicicleta sozinho... E isso é ótimo, porque o espaço para crescer individualmente é essencial num relacionamento saudável. E se o parceiro(a) fizer o mesmo, melhor ainda, porque ninguém gosta de viver com uma pessoa que se anula completamente, certo? Amar é como dançar um tango - há proximidade, mas também espaço para cada um dar os seus passos.
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7. A Aceitação
Conforme o amor muda ao longo dos anos, aprende a aceitar a outra pessoa tal como ela é: com todas as suas qualidades e defeitos. Já não tenta mudá-la, valoriza-a tal como é. Nesta fase, ultrapassaram desafios e provaram que conseguem resistir às tempestades. Ainda assim, deve lembrar-se que aceitação não significa conformismo, mas sim compreensão de que ninguém é perfeito. Implica amar o outro nos seus dias bons e maus, e encontrar alegria nas pequenas coisas do dia a dia. De resto, já não precisa de fazer juras de amor para validar a relação!
Como se podem adaptar e evoluir em conjunto?
Os filhos, a família, o cão, os amigos, o trabalho, o ginásio de quando em vez... O amor também muda ao longo do tempo de acordo com as alterações na sua vida e até com as suas crises existenciais. Felizmente, os casais que aprenderam a crescer juntos conseguem atravessar qualquer tempestade. A chave está na comunicação e na capacidade de se reinventarem, de experimentarem coisas novas, de surpreenderem o outro e nunca pararem de namorar!
Da paixão arrebatadora até ao companheirismo, o que realmente importa é escolher estar ao lado de quem torna a vida mais feliz. E por falar em feliz... se ainda está à procura dessa pessoa especial, porque não se inscreve no site de encontros Felizes? Tem mais de 500 mil portugueses inscritos à sua espera!
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